Noticias de TurismoComentarios de los lectores

  • 1Fernando Zornitta2017-05-24 19:57:28Más comentarios del lector
    - É, parece que a ficha está caindo (e de madura). A ficha do óbvio e do correto para o desenvolvimento regional - que o turismo muito bem pode contribuir não apenas com venda e troca de mercadorias, mas para a aproximação dos povos e ajuda nos seus respectivos processos de saída do subdesenvolvimento...
    Perguntemos a um único cidadão da AL & Caribe se gostaria de conhecer e visitar os seus vizinhos ? (não precisamos de respostas, já as sabemos). Entretanto, porém, embora e contudo, o turismo deve ter um pouco mais de atenção e conhecimento por parte dos gestores - que no Brasil são ineptos para as funções e desconhecem - enquanto políticos e politiqueiros - a importância desta atividade e o amplo contexto das ciências que lhe são afins e lhe dão suporte: da geografia, da economia, da urbanística, da sociologia, da história, da psicologia - dentre outras... É administrado nos destinos por leigos, enquanto o potencial endógeno da sua população - aquela parte que fica excluída por não pertencer a partidos políticos, vê os gestores instituídos no poder permanecerem durante anos trocando os pés pelas mãos, enquanto os destinos se degeneram.
    A 5ª Conferência Mundial Sobre Turismo Urbano da UNWTO realizada no Egito no final do ano passado foi na linha do entendimento e sintonia com as multiplicidade de abordagens e de conhecimentos que o turismo embasa-se e emitiu uma conclusão técnica com a afirmativa de que “o turismo deve andar de mãos dadas com o urbanismo”, ou seja ser pensado com conhecimento desta ciência que organiza o espaço de convivência humana nas cidades – tanto para exemplo.
    Mas, entretanto e contudo, na rabeta da importância das pastas na administração está a do turismo, em diversas e insanas estruturas de gestão - ao nível de departamentos, conjugada com outras pastas e nas mãos de quem poderia entender desta atividade pelo seu amplo contexto econômico, sociocultural e ecológico-ambiental; mas que infelizmente e nos perto de 6 mil municípios brasileiros que poderiam ter no turismo uma vertente das suas políticas de desenvolvimento; por não entender e sequer sabem definir a palavra "turismo", permanecem sem organizar de forma correta a nível local.
    Também podemos perceber que enquanto nações sopram os ventos dos "destinos inteligentes" - numa abordagem que abarca a inovação e a tecnologia, a sustentabilidade, a acessibilidade, a governança - numa aproximação das "cidades inteligentes", nós tratamos com aspirina o câncer de um turismo vislumbrando negócios, quando não nos preocupamos com a qualidade e expectativa da demanda; com o ambiente que lhe dá suporte e nem com o potencial para a cooperação e aproximação dos povos. Mas a ficha – ainda bem – está caindo.
  • 2Fernando Zornitta2017-04-19 14:25:29Más comentarios del lector
    MERCADO E GESTÃO LOCAL
    AL & CARIBE e para o turismo ter futuro, precisam qualificar os seus "produtos" - localidades, cidades, equipamentos, serviços, etc... - porém, entretanto, contudo e embora todos saibam disso, pouco investem em conhecimento, planejamento, visão de futuro, inovação e tecnologia; sensibilização das comunidades tocadas pela mosca azul do turismo, que segue num processo de desenvolvimento espontâneo e guiado pelo mercado. Nos países emergentes e em geral todos da AL & C a incompetência na gestão local do turismo - por políticos e politiqueiros que desconhecem e não sabem sequer definir a palavra turismo é uma realidade inconteste. - Neste contesto, como e quando teremos destinos qualificados, se o turismo ocorre no território por eles administrados ? O Brasil é um excelente exemplo desse tipo de "gestão do turismo", desalinhada do conhecimento e aberta aos oportunistas e políticos de plantão. Por isso e como afirma Krippendorf, o turismo que segue sem planejamento e empurrado pelo mercado, destrói o próprio turismo e o ambiente que lhe dá suporte e, enquanto o mercado se satisfaz, deixa para trás as localidades que não foram pensadas através do amplo contexto das ciências nas quais se embasa o turismo - a geografia, a economia, a urbanística, a arquitetura, a sociologia, a psicologia, a antropologia, a história - dentre tantas outras. (Fernando Zornitta, 2017)
  • 3Sávia Reis2017-03-09 14:19:25Más comentarios del lector
    Obrigada por seu comentário e observação, Leonardo Paulino. A Hosteltur Brasil enviou o questionário para diversas mulheres do turismo. Essas foram as que responderam. Não foi de maneira alguma por exclusão. Inclusive adicionamos a entrevista que foi entregue fora do deadline. Esperemos que na próxima tenhamos mais participação de negras e orientais. Obrigada,
  • 4Monica Leone2017-03-08 23:58:09Más comentarios del lector
    Muito feliz pela citação Mariana Aldrigui, prá mim Maricota!
    Sua inspiração e fé em dias melhores nesse setor é que nos motiva!
    grande beijo
  • 5Leonardo Pimentel Paulino2017-03-08 21:54:30Más comentarios del lector
    Cade a diversidade? Cade as mulheres negras e orientais que atuam no turismo?
  • 6Sandra Silva2017-03-08 08:14:55Más comentarios del lector
    Parabéns Mariana Aldrigui excelente matéria!
  • 7Eduardo Marques Ribeiro2016-12-14 20:04:51Más comentarios del lector
    Acho estranho esse pessoal da ANAC. Até hoje, jamais vi redução dos valores das passagens quando pararam de fornecer comida nos voos domésticos. Tb, jamais vi desconto quando passaram a emitir os bilhetes digitalmente.
    Como faremos com as bagagens nas quais levaremos remédios, artigos de higiene contendo mais de 100 ml?
  • 8Carlos Alberto Menz2016-12-13 19:49:37Más comentarios del lector
    Sou contra a mudança. O sistema atual é bom e sua mudança favorecerá apenas as companhias aéreas que usarão de todo tipo de artifício para taxar as bagagens. Principalmente porque a fiscalização dos órgãos oficiais é inepta, insuficiente e, como sempre, inconfiável.
  • 9José Eduardo de Souza Rodrigues2016-03-09 13:56:35Más comentarios del lector
    Como expandir na região se a informação que temos é a de que a Costa estará com apenas um navio na próxima temporada na região?
    Sinto que falta uma forte aproximação da Costa com o segmento de organizadores de eventos, o que poderia sem duvida aumentar consideravelmente o fluxo de pessoas aos navios como acontece nos Destinos que buscam e realizam eventos. O participante volta, indica para família e para amigos. E tem um gasto diário maior que o turista de lazer. Nossa agência há muitos anos não é mais visitada pela Costa embora já tenhamos fechado navio na região e participado de eventos a bordo. Penso que falta uma visão mais ampla e mais agressiva ara o setor.
  • 10Luiz Henrique Miranda2016-02-19 22:18:13Más comentarios del lector
    Informativa, objetiva, clara e relevante a matéria de cobertura do 61º Fórum Executivo ABAV-SP e os links que sugere aos leitores. Esclarece a importância do tema de interesse para todas as empresas que compões a dinâmica cadeia de valor. Especialmente, para aquelas que são ágeis, flexíveis e agregam diferenciais competitivos frente à inexorável tendência de consolidação.
  • 11Aline Costa2016-02-03 12:13:37Más comentarios del lector
    Oi, Maurício!

    Não há pelo que você agradecer! Eu é que agradeço muito pelo seu interesse e disponibilidade para apontar as correções necessárias.

    Depois que você me alertou, logo corrigi a legenda que estava com o número incompleto. Os demais dados já estavam na matéria.

    Mais uma vez, muito obrigada!
  • 12Maurício2016-02-03 12:00:50Más comentarios del lector
    Oi Aline, Obrigado pelo pronto posicionamento!
    Com a correção em US$17,357 os valores se fecham, o q ñ aconteceria se fosse US$3,57. OK? Salientando q ao ler a matéria ñ encontrei o valor de US$17,357 em nenhum momento no texto editado, qdo o li pela 1a. vez.
    O seu texto torna o objetivo da matéria e seus valores bem mais visíveis e fáceis de entendê-los!
    Obrigado e Parabéns pela explanação e atenção!
  • 13Aline Costa2016-02-01 21:36:44Más comentarios del lector
    Em relação aos outros valores, não encontrei erros. Você poderia ser mais específico? De todo modo, vou retomar os dados principais:


    Em 2015, o gasto de brasileiros no exterior foi de US$17,357 bilhões. O gasto de estrangeiros no Brasil foi de US$ 5,844 bilhões.

    Assim, a balança de 2015 ficou negativa em US$ 11,513 bilhões.

    Esse resultado foi melhor que o déficit de US$18,724 bilhões registrado em 2014.

    Por fim, a matéria cita que, considerando os primeiros 22 dias de 2016, as receitas de estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 484 milhões e as despesas no exterior totalizaram US$ 664 milhões. O déficit na conta de viagens (considerando os primeiros 22 dias de 2016) estava em US$ 180 milhões.

    Mais uma vez agradeço o seu contato e continuo à disposição.
  • 14Aline Costa2016-02-01 21:25:43Más comentarios del lector
    Olá, Maurício! Muito obrigada pelos seus comentários. Sim, havia um erro de digitação na legenda. Em vez de US,357 bilhões o correto é US$17,357 bilhões.

  • 15Maurício2016-02-01 15:55:57Más comentarios del lector
    Srs. verificando melhor os valores com gastos de brasileiros no exterior, concluo q os dados são conflitantes em várias partes da matéria...
    Poderiam fazer uma checagem e corrigirem as informações...
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